quarta-feira, 13 de março de 2013

PROBLEMAS


Quando a gente é criança nosso maior problema está em não perder a hora do desenho animado. Então crescemos e vemos preocupação em saber se o fulano está interessado em nós ou ficamos frustados por nossa mãe ser tão mandona. Já adultos, as preocupações são em pagar as contas e levar o filho ao colégio. E, quando finalmente envelhecemos, nossa mente é ocupada com dúvidas sobre a felicidade dos nossos filhos e netos. 
Todos nós, adolescentes, sabemos que muitas vezes os adultos tratam nossos problemas como 'sem necessidade pra tanta importância', mas será que eles são o contrário disso? Ultimamente to achando que não. Acredito que, no futuro, olharemos para trás e pensaremos: 'nossa, por que eu fiquei tão encanado com isso? Hoje nem faz mais importância pra mim'. Faremos o mesmo que hoje em dia, quando rimos ao lembrar das nossas crises de infância quando ficávamos de castigo.
Então, se isso não vai importar no futuro, por que nos importamos tanto? Não há necessidade, não é mesmo? Portanto, vá lá, se jogue na vida. Ria, chore, se declare, xingue. Para que um dia, tenha-se história pra contar e nenhum arrependimento pra chorar. 
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"Vá em frente. Se tiver medo, vá com medo"
-Pedro  Bial

segunda-feira, 11 de março de 2013

CARTA ABERTA AOS JOVENS (começo do livro De genio e louco todo mundo tem um pouco).

Oi, pessoal. Hoje venho trazer um texto muito legal. No dezembro de 2012 eu li o livro "De Gênio e Louco Todo Mundo tem um Pouco", e nas primeiras páginas o autor faz um apelo aos jovens. É uma carta dizendo suas teorias sobre o futuro desse geração (nós) e o que podemos fazer para sermos bem sucedidos pessoalmente mais pra frente.
É um pouquinho grande, mas leêm, por favor. É mesmo muito legal e útil :D


'' [...] gostaria de fazer um apelo intelectual, em especial aos jovens, em todos os países onde este livro foi publicado: precisamos ler mais. Já sabemos da importância dos livros para a formação do ser humano, mas precisamos também ter convicção da importância da imprensa.

 Estou particularmente preocupado com o futuro dos jornais. Em muitas nações, eles têm perdido espaço na era da Internet. Alguns talvez não sobrevivam, o que poderá trazer graves consequências. A necessidade de novos leitores é vital. Explico-me.
 A herança que estamos deixando para as gerações futuras é péssima. Nas próximas décadas ocorrerão cada vez mais catástrofes naturais devido ao aquecimento global, disputas internacionais, aumentos excessivos do preço do petróleo, dos alimentos e outros produtos básicos. Um barril de água poderá valer tanto ou mais do que um barril de petróleo. A questão não é se vão acontecer esses fenômenos, mas quando e com que intensidade. Se num determinado momento toda a população mundial entrar no padrão de consumo da classe média, provavelmente será preciso outro planeta Terra para atender ás necessidades. A conta não fecha. é preciso um desenvolvimento sustentável que preserve as próximas gerações. Na realidade, somos hóspedes e não proprietários deste belo planeta.
 Como preparar a juventude para os graves problemas que enfrentará? Os livros e as escolas são fundamentais nessa formação? Sim! Mas eles não conseguem acompanhar na plenitude as rápidas mudanças do mundo globalizado: econômicas, políticas, nos conflitos internacionais, na política ambiental, novas tecnologias. Num mundo globalizado, com problemas globais e mudanças rápidas, é necessário atualizar o conhecimento frequentemente. Nesse aspecto, os jornais diários e as revistas informativas são insubstituíveis.
O conhecimento é a única ferramenta que nos retira da condição de servos do sistema social e nos torna autores da história, pelo menos da nossa história. Em minha opinião, os jovens de hoje e do futuro não poderão ser repetidores de idéias, mas pensadores. Precisarão se nutrir com um cardápio de conhecimento para desenvolver a consciência crítica, a solidariedade, o altruísmo, a capacidade de pensar antes de reagir, de pensar a longo prazo, de expor e não impor as suas ideias, de se colocar no lugar dos outros, de respeitar as diferenças e ser um consumidor responsável. Precisarão libertar a criatividade para dar respostas inteligentes aos graves problemas que hoje se desenham, Precisarão se tornar seres humanos sem fronteiras, capazes de pensar na família humana e não apenas no solo em que seus pés pisam. O corpo de conhecimento oferecido pelos grandes jornais, embora necessite ser completado, pode contribuir para esse desenvolvimento.
 Quem dera nas escolas de ensino médio e universitário lessem, debatessem e assimilassem temas relevantes e discorridos pela imprensa. Espero que os jovens, bem como os adultos, descubram cada vez mais o prazer de folhear um jornal. É um ritual mágico.
 Um brinde á liberdade de imprensa e a expressão do pensamento. Um brinde aos futuros líderes que sonham e batalham por um mundo melhor.''




Eu gostei muito dessa carta e acho que servirá de grande influencia para quem leu. Quero agradecer ao blog Ler é melhor do que, local de onde retirei o texto. 

Digam o que acharam, beijos!

sábado, 9 de março de 2013

Que país é esse?


O que aconteceu com o Brasil? Quer dizer, o país continua o mesmo, o problema são os brasileiros. De repente, patriotas não existem mais, só um bando de 'manipulados' que o maior esforço que fazem é reclamar da pátria no Facebook. Tá, o governo é uma bosta, a educação precisa de mais carinho? Então bora fazer uma revolução.

Antigamente, as pessoas se preocupavam com o país*. Quando ocorreu a ditadura, a população não se contentou em apenas ficar calados observando a injustiça: elas foram fazer protestos. E nada de covardia, tanto é que muitas pessoas eram torturadas (e até mortas) porque eram fiéis e não deduravam seus aliados.

Também ouve o tempo em que ser brasileiro era motivo de orgulho. E por que não seria? Temos as mais belas paisagens, comidas e pessoas. O clima é maravilhoso e não estamos em guerra com ninguém. O Brasil tem super boa fama no exterior, só a gente que não percebe.

"Ah, mais os EUA é muito melhor que o Brasil..." MENTIRA! É claro que nas partes ricas, como o centro de New York e Hollywood é uma beleza, assim como o Rio de Janeiro e Fernando de Noronha. Mas, cara, uma fauna bonita não existe lá, e o clima é horrível (ou é muito calor ou é mega frio). A qualquer momento pode ter um ataque lá, pois o país é inimigo de diversas pátrias.

"A cultura do Brasil é horrível..." Sim, eu concordo. Mas sair por aí reclamando não adianta em nada. O que se pode fazer quando 80% da população prefere músicas sem sentido só porque possuem um ritmo legal? Antigamente parece que os brasileiros não se contentavam em ouvir porcaria. Tanto é que nas gerações passadas estão as melhores bandas. Acho que o uso frenético de celulares e computadores estão acabando com os neurônios dos jovens, que não dão oportunidades para músicos de verdade. 

O Brasil tem tudo para ser o melhor, menos uma população que acredita nisso.

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Então, quem é o idiota aqui? A sujeira ou a pessoa que a vê, reclama e não faz nada para limpá-la?